
DEZ MIL PASSOS POR SEGUNDO
ESTREIA março/2026
DURAÇÃO 60 minutos
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 anos

FICHA TÉCNICA
realização: Grupo Tripé
direção: Tatiana Bittar
elenco: Ana Quintas, Gustavo Haeser e João Pedreira
texto e dramaturgia: Ana Quintas, Gustavo Haeser, João Pedreira, Nadja Naira e Tatiana Bittar
consultora de dramaturgia: Nadja Naira
consultora de movimento: Kenia Dias
iluminação: Larissa Souza
cenografia e figurinos: Cyntia Carla
trilha sonora original: João Pedreira
design gráfico: Henrique Marinelli
estagiária de direção: Thaís Teodoro
estagiária de produção: Denize Passos
estagiária de iluminação: Thalita Perfeito
mediação para escolas: Briza Mantzos | Mediato
cobertura fotográfica: Diego Bresani e Denize Passos
cobertura de vídeo: Bruno Zakarewicz
técnicos: Aroldo Lopes, Lemar Rezende e Julio Oliver
direção de produção: Gustavo Haeser
produção executiva: Janaina Mello
gestão administrativa e financeira: Elisa Mattos | Desvio Produções Culturais
apoio: Andaime Cia de Teatro, Ateliê EcoArte, Empório Cultural, Espaço Multicultural Casa dos Quatro e SESC DF
SINOPSE
Dez Mil Passos por Segundo é um estudo cênico sobre as viagens que atravessam corpos e imaginários: as escolhidas e as impostas, as urgentes e as sonhadas. O que faz alguém sair de um lugar e ir para outro? Quantos caminhos duram a sola de um sapato? Entre correrias cotidianas e esperas intermináveis, realidade e sonho se entrelaçam. Um convite para reconhecer nos deslocamentos humanos — internos e externos — os caminhos que percorremos e aqueles que ainda estão por inventar.
RELEASE
6ª montagem original do Grupo Tripé, a peça investiga o gesto de caminhar como ato vital e poético.
Em um mundo em aceleração constante, a peça propõe um respiro — um mergulho na experiência do deslocamento, no desejo de sair e na impossibilidade de chegar.
Em cena, três intérpretes percorrem travessias múltiplas: um parto, uma multidão em fuga, um iceberg em derretimento, um ponto de ônibus sob chuva. Cada fragmento revela o corpo como território de passagem, de resistência e de invenção.
A direção de Tatiana Bittar conduz a montagem a partir de uma fisicalidade detalhista e sensorial, em que o tempo e o movimento se tornam matéria dramatúrgica. O espaço cênico é habitado por objetos, vozes e rastros de quem partiu — um acúmulo de memórias e ausências que se transforma em paisagem. A consultoria de dramaturgia da multiartista curitibana Nadja Naira expande o olhar sobre a escrita, costurando os materiais coletivos em uma tessitura que oscila entre o concreto e o onírico, entre o relato e a abstração.
O espetáculo nasce de um processo colaborativo de pesquisa, em que o grupo reuniu diários, sons e percursos reais para compor uma dramaturgia feita de passos, correrias, pausas e respiros. Cada gesto, cada deslocamento, é uma tentativa de compreender o tempo em que vivemos — esse tempo que corre rápido demais, que nos empurra, que nos derrete.
TRAJETÓRIA
Com montagem financiada pelo Fundo de Apoio a Cultura do Distrito Federal, teve temporada de pré-estreia exclusiva para estudantes de escolas públicas do DF em novembro de 2025, atendendo mais de 300 estudantes e educadores. Em dezembro de 2025 recebe convite para integrar a programação de show-cases teatrais do MICBR + Ibero-América, em Fortaleza, no Ceará, apresentando no Teatro São José. A temporada de estreia para todos os públicos é prevista para março de 2026.

























